Em rio que tem piranha jacaré nada de costas

Pensando no post da Rejane tive uma ideia: pra metaforizar é só usar a vida real de um ambiente, em outro. É simples. Aqui no mato se o cabra enfia a mão em buraco de tatú, jararaca pica. Se não olha onde pisa, tropeça em jacaré. Sucuri na água abocanha de repente. Vacilou ela enrola, sufoca e depois engole inteirinho, um bicho maior que a própria cobra. Dá ou não dá pra virar metáfora na cidade grande? Eu sei de gente que aplica o golpe da sucuri vira e mexe. Chega de mansinho e crau. Mas pra não dizer que eu só penso em coisas de pavor, também tenho um exemplo de amor. A fêmea do tamanduá anda com o tamanduazinho nas costas, mãe e filho se misturam e até a mancha preta no corpo dos dois parece que é uma só. Tudo isso pra defender sua cria dos predadores. Pronto, tem exemplo de sobra pra distribuir entre os colegas urbanos. Tem também essas imagens que é pra não pensarem que estou viajando na malicia. Estou?    (RL)

Categorias: Uncategorized

Autor:reparei

"Se podes olhar, vê. Se podes Ver, repara." (José Saramago)

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