Mantenham os cintos afivelados

Viajar com família grande é sempre uma experiência inusitada. Milhares de providências e malas. Até aí tudo normal. O problema é que as minhas filhas mais novas morrem de medo de avião e a cada viagem vislumbram uma tragédia. Decidiram então criar estratégias de sobrevivência. Fazem um roteiro contendo o trajeto para descobrir se vamos cair na terra ou no mar. Como a Giulia nada melhor ela é a responsável no segundo caso. A Isabella comanda em terra firme. Além disso, seguem algum critério que desconheço para decidir quem senta na janela. No avião, fazem um estudo minucioso do local. Verificam saída de emergência e leem com toda a atenção as instruções de primeiros socorros. Ficam atentas as explicações da tripulação. Tiram dúvidas sobre a poltrona flutuante e equipamentos de segurança. Me orientam sobre como devo agir em caso de queda, sequestro e despressurização. No momento de decolar dão as mãos, fecham os olhos e fazem uma oração. Repetem no momento do pouso. Sempre achei engraçadinho e não levei a sério. Detalhe é que chegaram a conclusão que o quarto onde dormem é mal assombrado. E resolveram agir. Após mil estratégias e diversas armadilhas, até agora não pegaram nenhum fantasma. Em compensação a Verinha…tá quase pedindo as contas… (RM)

Categorias: Uncategorized

Autor:reparei

"Se podes olhar, vê. Se podes Ver, repara." (José Saramago)

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