Viva o gerente!

Se faz sol, e é sábado, uma criança americana ou europeia provavelmente fará piquenique no parque. Aqui, muitos pais preferem levar a prole para almoçar em restaurantes fechados, de preferência aqueles que não oferecem cardápio infantil nem cadeirinha alta. Uma cena típica aconteceu nesse último fim de semana. O casal entra no restaurante com um menino de aproximadamente 3 anos e outro que devia ter 18 meses no máximo. Creiam: pai e filhos vestidos iguaizinhos, de calça beje e camisa azul engomadinha. Logo os pequenos perderam a pose e começou a gritaria. Houve troca troca de mesas entre os que estavam ali para comer e beber relaxadamente. Diante de tanta algazarra e nenhum desconfiômetro, o gerente tomou uma atitude ‘gerencial’. Educadamente, pediu que a família se retirasse. Alivio geral, principalmente para os menininhos, que não tem culpa da falta de noção de seus pais. É uma questão elementar. Só quem precisa suportar berraria de filho dos outros é o pediatra. Toda criança pequena gosta de chamar atenção; aqui, na Europa e nos Estados Unidos também. O problema é quando a melancia está na cabeça errada, nesse caso a dos pais.   (RL)

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Autor:reparei

"Se podes olhar, vê. Se podes Ver, repara." (José Saramago)

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2 Comentários em “Viva o gerente!”

  1. Teresa
    01/12/2011 às 21:01 #

    Pra mim a questão mais importante dessa estória toda é o fato de os pais não aceitarem que a vida deles mudou definitivamente depois que os filhos nasceram e embora eles ainda tenham sonhos e desejos, em algumas fases da vida dos pequenos eles terão que abrir mão de algumas coisas e lugares de antes, mas esses pais não abrem mão de seus caprichos e hábitos anteriores.
    Além disso tem a questão “culpa pela ausência”, muito típica: os pais que trabalham muito e até tarde durante a semana e não tem oportunidade de ficar mais com seus filhos, acabam sendo “insanamente” tolerantes com os mesmos em qualquer circunstância e lugar. E que se danem os outros, porque o que eles, os pais, mais precisam é passar aquela imagem de pacientes e amorosos, pra compensar a distância que existe entre eles e os filhos…

    • 01/12/2011 às 21:01 #

      É Teresa, não basta ser pai, tem que ser um bom pai né? Bjs

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