Aborto

A maternidade somente será um ato humano alegre e responsável quando as mulheres forem livres para tomar, com inteira consciência e inteira responsabilidade humana, a decisão de se tornarem mães. Aí, e somente aí, elas serão passíveis de assumir a maternidade sem conflito, quando elas poderão se definir a si próprias não apenas como mãe de fulano, não apenas como criadas de crianças, não apenas como recipientes de fecundação, mas como pessoas, pois a maternidade é uma escolha livremente feita como parte da vida, livremente celebrada enquanto dure, para a sua criatividade então incluir mais dimensões, como ocorre com o homem.

É crucial, portanto, que vejamos essa questão do aborto não apenas como um expediente político. É parte de algo maior.

As vozes das mulheres estão sendo finalmente ouvidas, em alto e bom som, dizendo que o caminho passa pela questão do aborto tanto no sentido básico da moralidade como em seu novo sentindo político, como parte da revolução pela igualdade sexual, ainda por terminar.

Hoje, movemos a história adiante.

Fragmentos do discurso feito nos Estados Unidos, por Betty Friedan, em um encontro nacional pelo levantamento da então existente proibição do aborto. Em 1969. (RM)

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Autor:reparei

"Se podes olhar, vê. Se podes Ver, repara." (José Saramago)

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2 Comentários em “Aborto”

  1. Joca
    13/04/2012 às 21:01 #

    Uma visão espírita

    No centro que frequentava em Goiânia, um casal esperava um filho, mas constatou-se anencéfalo e mesmo assim decidiram prosseguir com a gravidez.
    A criança nasceu e não sobreviveu como era esperado.
    Meses depois, veio uma psicografia endereçada ao casal.
    Dizia-se ser fulana, e expressava na carta profunda gratidão a eles, que face a difícil situação que se encontraram em relação a gravidez prosseguiram com a mesma, permitindo assim que ela, na condição de espírito, pudesse através deste ato de amor recompor sua estrutura fisiológica durante estes breves 9 meses de ligação com a matéria, resgatando dívidas face a abusos gerados em vida regressa que não soubera valorizar, fazendo mau uso de seu livre arbítrio.
    Sem nenhuma crítica ao texto acima, mas apenas trazendo a tona diferente significado para as palavras livre escolha, igualdade, moralidade, humanidade e vida, onde realmente a questão do aborto transcende em muito um único ponto de vista ou entendimento.

    Fiquem com Deus.

    • 13/04/2012 às 21:01 #

      Lindo o seu comentário Joca. É verdade que essa questão, assim como quase todas na vida, tem muitos entendimentos diferentes. Bjs saudades!! Renata

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